Brasília, 17 de fevereiro de 2026 — O Brasil registrou nesta semana um novo recorde histórico de geração de energia solar, reforçando a posição do país como um dos mercados de crescimento mais rápido no setor de energias renováveis. Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a produção fotovoltaica atingiu pico durante o período da tarde, contribuindo significativamente para a redução do uso de usinas térmicas.
Especialistas afirmam que a expansão acelerada se deve principalmente à popularização dos sistemas de geração distribuída — instalados em telhados de residências e comércios — além de grandes usinas solares no Nordeste e Sudeste. O aumento dos custos de energia nos últimos anos também incentivou consumidores a investirem em soluções próprias de geração.
De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país ultrapassou a marca de dezenas de milhões de painéis instalados, com milhares de novos sistemas conectados à rede elétrica todos os meses. A entidade prevê que, até o final do ano, a energia solar poderá representar uma das principais fontes da matriz elétrica nacional.
O governo federal avalia novos incentivos fiscais e linhas de financiamento para acelerar ainda mais a transição energética. Analistas acreditam que a expansão ajudará não apenas a reduzir emissões de carbono, mas também a diminuir o custo médio da eletricidade para consumidores nos próximos anos.
Moradores e empresas relatam economia significativa na conta de luz após a instalação dos sistemas, e o setor já gera centenas de milhares de empregos diretos e indiretos em todo o país.